diHITT - Notícias Auto Sauer: Junho 2009

domingo, 28 de junho de 2009

Prorrogação do desconto de IPI garantirá empregos, dizem especialistas

Entenda porque o governo deverá estender benefício para veículos novos.
Retomada do crédito e queda da Selic também beneficiam o setor.

O mistério do governo sobre a prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos novos mais uma vez gera euforia no mercado. Como aconteceu no final de março — antes de o benefício ser estendido por mais três meses — as concessionárias estão cheias de clientes que temem o fim do desconto, enquanto representantes do setor e consultores insistem no mesmo discurso: continuar com a redução significa manter o nível de emprego na indústria.

Max Mosley afirma que Associação dos Times da F-1 comemorou antes da hora

Dart Vader

Presidente da FIA diz que equipes ‘cometeram o erro de dançar em cima do meu túmulo antes que fosse enterrado’

O presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Max Mosley, garante que poderá se candidatar à reeleição em outubro. Em entrevista ao jornal inglês "Mail on Sunday", Mosley acusa a Associação dos Times da Fórmula 1 (Fota) de considerá-lo fora do cargo antes da hora.

- Cometeram o erro de dançar em cima do meu túmulo antes que fosse enterrado. Agora estou sob pressão de todos os lados para me candidatar à reeleição – comentou.

Mosley se referiu às declarações do presidente de Ferrari e da Fota, Luca di Montezemolo, e seus aliados, citadas pela imprensa europeia, de que "o ditador tinha sido derrubado".

As informações foram publicadas na quinta-feira, um dia após a FIA e Fota chegarem a um acordo de paz para evitar a criação de uma categoria paralela. Na última sexta-feira, Mosley escreveu cartas aos inegrantes da FIA e do Conselho Mundial de Esporte a Motor para explicar a situação.

O presidente da federação disse hoje que estava disposto a não tentar a reeleição por algo "um pouco maior".

- Realmente quero parar. Mas se tivermos um grande conflito com a indústria automobilística (as montadoras de carros) e com as equipes da Fota, então não sairei. Farei o que for preciso (para resolver a situação com os times da Fórmula 1) , não é da minha natureza fugir de uma briga – completou.

Reforma no autódromo de Donington Park começa no dia 1º de Agosto

Circuito deve receber GP da Inglaterra na próxima temporada

A reconstrução de Donington Park, circuito inglês no qual o GP da Inglaterra deverá ser realizado a partir de 2010, vai começar no dia 1º de agosto. A informação foi dada por Simon Gillet, responsável pelo autódromo britânico, que assinou na semana passada uma série de documentos autorizando o começo das obras.

- Vamos resolver a fundação (das obras) até o fim de julho, para então começar a colocar as máquinas para funcionar em 1º de agosto – declarou em entrevista à rede de televisão “Eurosport”.

O dirigente inglês também fez questão de elogiar a equipe que trabalha na administração do circuito e explicou que as obras só poderão começar em agosto em virtude das provas de Superbike e de MotoGP.

- (Nós da administração do autódromo) Temos trabalhado muito até este ponto. Tem sido como levar água morro acima com um garfo, mas a equipe é fantástica e temos uma opinião clara e o apoio das pessoas certas. O pit (lane) e o paddock (parte atrás dos boxes) já foram reformados durante o inverno (no começo do ano na Inglaterra). Esperávamos começar mais cedo, mas, como disse, tivemos problemas, que nos atrasaram – afirmou.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Neblina requer iluminação em dia

Nessa época do ano é comum a formação de neblina, fenômeno que reduz a visibilidade principalmente à noite e no início da manhã. Combinada ao descuido com o sistema de iluminação do veículo, aumenta o risco de acidentes de trânsito.

Deixar as luzes do carro em dia custa pouco. Em geral, a regulagem de faróis nem costuma ser cobrada nas oficinas. "O preço de uma lâmpada, tanto para o farol convencional quanto para o auxiliar, vai de R$ 12 a R$ 25", diz o dono do Auto Elétrico Imirim (2256-8633), na zona norte, Moisés Cipriano Sobrinho. Na zona oeste, no Auto Elétrico Moura (3672-2924), cobram-se entre R$ 20 e R$ 30. Já no Auto Elétrico Juscelino (3045-1781), na zona sul, custam de R$ 15 a R$ 90.


De acordo com o coordenador de Desenvolvimento de Produtos da Nino Faróis, Lázaro Moraes, é preciso revisar o sistema uma vez por ano. "Mesmo que a lâmpada não esteja queimada, se o filamento estiver envelhecido ou deformado é preciso trocá-la. Com o tempo ela vai perdendo o poder de iluminação."


Para quem viaja muito, Moraes lembra que é preciso ter cuidado com os vidros ou lentes plásticas dos faróis. "Se a abrasão danificar esses componentes, a iluminação poderá ofuscar a visão de quem segue no sentido oposto. Para modelos mais antigos é fácil encontrar essas lentes no mercado de reposição. Nos carros novos, em geral é preciso substituir todo o conjunto."


Segundo o especialista, durante a manutenção o ideal é seguir o que determina o manual do proprietário. "Existe um tipo de lâmpada para cada veículo. Em alguns modelos, é possível regular o foco do farol de forma elétrica (por um controle no painel) ou manual (na própria peça). Isso porque, quando se coloca muito peso no porta-malas, a frente do carro fica mais alta e o facho de luz pode atrapalhar outros motoristas."


FARÓIS AUXILIARES

Um erro comum é chamar todos os faróis auxiliares de faróis de milha. Na verdade, existem os de neblina, que espalham a luz para os lados, e os de longo alcance, que projetam a iluminação para frente - estes são os de milha.


"A diferença entre eles é o projeto do refletor e da lente", explica o consultor em fotometria e membro do Comitê Brasileiro Automotivo, Claudiney Fabocci. "Os de neblina devem ficar acesos juntamente com as lanternas ou faróis baixos. Como o facho de luz é largo e projetado por baixo da neblina, o motorista vê a pista iluminada. Se o alto for utilizado ao mesmo tempo, a névoa refletirá a luz e prejudicará a visão."


Com relação aos de longo alcance, Fabocci afirma que só podem ser utilizados quando o farol alto estiver ligado. "Eles têm facho estreito, de alta intensidade, e são regulados paralelamente ao solo. Por isso, só devem ser ligados em rodovias."

(Estado de São Paulo)

Excluída, Williams espera voltar a fazer parte da Associação dos Times da F-1


Equipe foi afastada por ter confirmado inscrição na FIA antes das demais

Devido ao acordo entre a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e a Associação dos Times da Fórmula 1 (Fota), a paz reina novamente no esporte. Agora, a Williams espera poder voltar a integrar a organização das equipes.

A escuderia inglesa e a Force India foram suspensas pela diretoria da Fota depois de confirmarem a participação no mundial de 2010 junto à FIA antes dos demais integrantes da Associação.

- Espero que isso aconteça (a Williams ser reintegrada à Fota). Acredito que é algo que todos nós (da escuderia) gostaríamos de ver. É essencial que, junto com a Force Índia e as novas equipes, nos tornemos parte das discussões sobre o futuro (da Fórmula 1) – declarou o presidente da equipe Williams, Adam Parr, à “Press Association”.

O britânico também comemorou o fim do conflito entre a FIA e os times depois de quase dois meses de disputas e discussões.

- No fim de semana (do GP da Inglaterra, em Silverstone) eu comentei a posição da Williams, de que estávamos otimistas de que haveria uma solução, e das nossas dúvidas quanto ao surgimento de um campeonato paralelo. Ficamos extremamente satisfeitos com o desfecho do acordo que decidiu que haverá uma (única) Fórmula 1 no ano que vem, com todas as equipes atuais e com três novos times – disse.

O acordo entre o presidente da FIA, Max Mosley, e as escuderias só foi possível depois de negociações sobre a administração da entidade e do compromisso das equipes em diminuir os gastos, mesmo que de forma mais gradativa. Apesar disso, Parr acredita que algumas coisas ainda precisam ser esclarecidas.

- Os times, a FIA e a FOM (Formula One Management, empresa de Bernie Ecclestone que detém os direitos comerciais da categoria) se comprometeram com o programa de diminuição de gastos. Isso significa que o esporte está mais forte e mais preparado para o futuro, do que nos últimos anos. Sobre a redução dos custos, entendemos que o acordo foi feito, mas acreditamos que há um monte de detalhes para serem estipulados tais quais como isto será alcançado e qual é meta atual – afirmou.

terça-feira, 23 de junho de 2009

EUA liberam US$ 8 bilhões para Ford e Nissan desenvolverem carros elétricos

Governo vai subsidiar o desenvolvimento de veículos mais eficientes.
Tesla Motors também vai receber parte da verba.

O Governo dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (23) um empréstimo total de US$ 8 bilhões às montadoras Ford e Nissan para o desenvolvimento de veículos com consumo mais eficiente e menos poluentes. A Ford vai receber US$ 5,9 bilhões deste montante e a Nissan terá US$ 1,6 bilhão para o desenvolvimento de projetos.

Outros US$ 465 milhões serão destinados à empresa Tesla Motors, especializada na produção de veículos elétricos.


O anúncio foi feito pelo Departamento de Energia do governo norte-americano. A Ford vai usar a verba para desenvolver 13 modelos nas fábricas de Michigan, Ohio, Illinois, Kentucky e Missouri.

A filial norte-americana da Nissan vai usar seu dfinheiro na fábrica do Tennesse para construir carros elétricos e desenvolver uma linha de produção de baterias elétricas.

Já a Tesla terá de desenvolver carros elétricos na Califórnia, segundo anunciou o secretário de Energia Steven Chu.

(Reuters)


sexta-feira, 19 de junho de 2009

Brasil vai sobretaxar importação de pneu radial da China

Investigação de dumping concluiu que houve dano à indústria doméstica.
Também foi constatado que o preço médio do produto doméstico caiu.

O Brasil vai sobretaxar, por cinco anos, as importações brasileiras da China de pneus de construção radial, de aros 20,22 e 22,5, para uso em ônibus e caminhões. O valor fixado pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) será diferente para cada fabricante, conforme lista publicada nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União (D.O.U.), e vai variar de US$ 1,12 a US$ 2,59 por quilo. A decisão já está em vigor.


A investigação por prática desleal de comércio (dumping) foi iniciada em maio do ano passado a pedido da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip). Em dezembro de 2008, a Camex aplicou direito antidumping provisório por seis meses com uma alíquota de US$ 1,33 por quilo de pneus vindos da China.


A investigação concluiu que houve dano à indústria doméstica no período de investigação de dumping. "Constatou-se, assim, que as importações chinesas, provocaram o deslocamento da parcela de mercado ocupada pela indústria doméstica", afirma o relatório publicado nesta quinta-feira no D.O.U.

Também foi constatado que o preço médio do produto doméstico caiu, enquanto houve expansão das exportações da China para o Brasil. "A indústria doméstica, buscando evitar perda mais acentuada de sua participação no mercado brasileiro, deprimiu seus preços, o que gerou efeitos negativos em suas margens de lucratividade e na relação preço/custo", diz ainda o relatório.

(G1)

Chrysler vai retomar produção em 7 fábricas

Montadora em concordafa fez aliança global com a Fiat.
Produção será retomada no final deste mês.

A Chrysler afirmou nesta quarta-feira (17) que irá retomar a produção em sete fábricas na América do Norte até o final do mês. É a primeira retomada em grande escala da produção da montadora desde que a Fiat, junto com outras empresas, comprou ações da Chrysler no começo de junho.


A Chrysler informou que quatro das fábricas estão nos Estados Unidos, sendo duas do Estado do Michigan, uma em Ohio, e uma no Missouri. Duas outras fábricas estão em Ontario, no Canadá, e uma em Toluca, no México.


As fábricas devem recomeçar a produção na semana do dia 29 de junho, afirmou a Chrysler. A montadora havia suspendido sua produção durante a época em que estava em concordata.


O governo do presidente norte-americano, Barack Obama, dirigiu o processo acelerado de reestruturação da Chrysler, que entrou com o pedido de concordata no dia 30 de abril.


A montadora italiana Fiat liderou o grupo de empresas que comprou a maior parte dos ativos da Chrysler. Entre os acionistas da nova Chrysler também estão fundo de assistência médica ligado ao sindicato, que mantém uma grande parte dos ativos, e os governos dos EUA e do Canadá, que possuem participação menor.


Fábricas que fornecem peças à linha de produção, também voltarão a operar. A linha de produção da Chrysler em Conner Avenue, que fabrica o modelo Dodge Viper, retomou sua produção no último dia 15.


Mas as fábricas voltarão a ser fechadas logo, durante as férias de duas semanas pré-anunciadas em meados de julho, afirmou a Chrysler.

Bosch anuncia 900 demissões na fábrica de Curitiba


Empresa afirma que foi afetada pela queda das exportações.
Outros 3.000 funcionários ficarão em licença remunerada.

Afetada pela retração do mercado automotivo mundial de caminhões, a unidade da Bosch em Curitiba anunciou, nesta quinta-feira (18), 900 demissões. A planta é responsável pela fabricação de sistemas diesel, destinados à produção de veículos comerciais.

Em nota, a empresa afirma que a “ação foi necessária para garantir a competitividade da fábrica de Curitiba em longo prazo”. Para a redução dos níveis de estoque, cerca de 3.000 funcionários da unidade ficarão em licença remunerada até o dia 28 deste mês. Antes das demissões, a Bosch de Curitba contava com 4.000 funcionários.

"Oferecemos aos demitidos a extensão do plano médico por seis meses e encaminhamos os currículos desses funcionários para outras empresas da região, por se tratar de profissionais altamente qualificados", explica o gerente de Recursos Humanos da Bosch Curitiba, Duilo Damaso.

Segundo Damaso, há seis meses a empresa tem conversado com o Sindicato dos Metalúrgicos da região de Curitiba para encontrar caminhos alternativos que evitassem as demissões.


Segundo a Bosch, desde o último trimestre de 2008, a empresa tem registrado significativa queda no número de pedidos dos clientes para as tecnologias automotivas produzidas nesta fábrica, quando comparado ao inicialmente planejado. Por esta razão, a Bosch teve que reduzir fortemente seu volume de produção, principalmente destinado à exportação.

De acordo com Duilo Damaso, 60% da produção da unidade de Curitba é voltada para o mercado externo, entretanto, o volume de negócios tem caído significativamente. No caso do mercado brasileiro, a Bosch sentiu queda de 30% das vendas em relação ao volume comercializado no ano passado.

Para minimizar o impacto do prejuízo, a empresa também irá suspender os investimentos previstos antes da crise para o aumento de produção.

Mercado de caminhões


A crise no mercado de caminhões é mundial. Com a recessão econômica em diversos países, a demanda por veículos comerciais caiu, o que limitou a atuação de montadoras e fabricantes de autopeças em todo o mundo. Com o aumento da concorrência, as empresas precisam enxugar gastos e reduzir a produção para, assim, manter a competitividade no mercado.

"Caminhão é um investimento, ou seja, significa uma série de planejamentos e avaliações. A compra é bem diferente em relação a de um automóvel", explica o gerente da Bosch.

No caso do mercado nacional de caminhões, a situação não é diferente. Setores da economia como mineração, agricultura, construção civil e indústria em geral enfrentam reflexos da crise e limitam os investimentos em transporte.

Para ajudar a reverter a crise no segmento de caminhões no país, o Governo Federal já desenvolve um programa específico para estimular a venda de veículos comerciais, especialmente aos trabalhadores autônomos. De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge, a renovação de frota de caminhões terá de ser lenta e gradativa devido ao alto custo do produto.

(G1)

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Chevrolet inicia venda de veículo através de leilão na internet

A Chevrolet acaba de criar um canal de vendas com os consumidores habituados com o universo da Internet. Trata-se do Mega Lance Chevrolet, nova ação de varejo que dará a oportunidade ao público consumidor de adquirir um automóvel Chevrolet zero-quilômetro a um preço abaixo do mercado. O leilão começa nesta-feira terça-feira (16/06) e haverá novas edições até o início de julho.

Esta não é a primeira vez que a Chevrolet navega pela maior rede de computadores do mundo, para comercializar seus veículos. “Temos feito ações totalmente integradas ao meio digital e, a exemplo do sucesso da campanha digital Prisma Jump, a primeira 100% digital do Brasil, lançamos agora o Mega Lance Chevrolet”, observa Marcos Munhoz, diretor de Marketing e Vendas da Chevrolet.

No mercado brasileiro, onde atualmente existem 62,3 milhões de usuários na Internet e 12,9 milhões de computadores vendidos em 2008. “Pela primeira vez na história do País, a venda de computadores ultrapassou a venda de televisores. Além disso, o faturamento do e-commerce cresceu 30% neste mesmo ano, para R$ 8,2 bilhões”, exemplifica o executivo.

Serão três carros por região em cada uma das edições do leilão

Estarão disponíveis para lances três carros para cada região do País, que foram divididas em nove pela Chevrolet. Portanto, o consumidor de uma determinada região “concorre” apenas com as pessoas que residem nestes locais.

As regiões são as seguintes: 1- São Paulo (capital) e cidades da Baixada Santista; 2 – Minas Gerais; 3 – Rio Grande do Sul; 4- Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí; 5- cidades do interior de São Paulo; 6- Rio de Janeiro e Espírito Santo; 7- Paraná e Santa Catarina; 8- Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Maranhão, Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Amapá e Pará; 9- Bahia, Sergipe e Alagoas.

Os lances poderão ser dados nos três carros, por três dias consecutivos, em cada uma das edições. A primeira começou hoje (desde às 00h10) e termina no dia 18 de junho de 2009, com horários das ‘marteladas’ previstas para 10 horas, 15 horas e 21 horas – um horário diferente para cada um dos três carros. Cada carro terá seu horário específico para encerrar os lances.

O que é e como funciona o Mega Lance Chevrolet

Para dar os lances, a pessoa deve fazer o cadastro no www.megalancechevrolet.com.br, informando o CEP da cidade onde reside.

O carro terá como preço inicial "zero real" (R$ 0,00). Basta clicar, então, no botão ‘cobrir’ e o lance terá automaticamente o valor de dez reais (R$10,00) acima do último lance dado. O consumidor pode dar quantos lances quiser, mas não pode cobrir o próprio lance.

A partir do horário de término do Mega Lance Chevrolet, o mesmo poderá ser prorrogado de 1 em 1 minuto enquanto houver lances. A primeira prorrogação ocorrerá se houver lance no minuto que antecede o horário de encerramento.

Um exemplo: se o encerramento é às 10 horas, o cronometro vai regredindo desde o início do Mega Lance Chevrolet, no ultimo minuto, ou seja, 00:01:00 a tela irá mudar de cor, e o cronometro continuará a regredir.

Ocorrendo um lance antes do cronômetro atingir 00:00:00, ele voltará a mostrar o valor 00:01:00 no momento do lance e, continuará a regredir. Esta situação se repetirá enquanto houver lances antes do cronômetro zerar. Quando ele atingir o valor 00:00:00 o leilão será finalizado. Dessa forma, o Mega Lance Chevrolet poderá finalizar após o horário previsto de encerramento. E não existe limite para a quantidade de prorrogações.

Será considerado vencedor do Mega Lance Chevrolet o participante que tiver oferecido o último lance válido. Essa informação estará disponível no site assim que o leilão terminar.

“Esta ação é uma forma diferenciada de atuar no mercado, totalmente voltada ao meio digital, acompanhando os desejos e hábitos dos clientes da Chevrolet”, conclui Marcos Munhoz.

Honda convoca proprietários do modelo Biz 125 2009 para recall

A Moto Honda da Amazônia convoca os proprietários do modelo Biz 125 2009, com os chassis abaixo relacionados, a comparecerem a uma concessionária Honda a partir de 25 de maio para a substituição do cabo do acelerador de sua motocicleta.

Algumas unidades, sob condições específicas de uso, podem apresentar oxidação acentuada neste componente, dificultando a desaceleração do motor, podendo levar à perda do controle da motocicleta e consequente queda.

Para a comodidade de seus clientes e visando ao pronto atendimento de todos, a Honda solicita prévio agendamento com a concessionária de preferência do proprietário. Os endereços e telefones podem ser obtidos pelo telefone 0800 77 05 125 ou no site www.honda.com.br.

Este campanha se estenderá até 25 de novembro de 2009.

Versão KS: chassis de 9C2JC42109R000006 a 9C2JC42109R101500

Versão ES: chassis de 9C2JC42209R000016 a 9C2JC42209R105000

Versão MAIS (+): chassis de 9C2JC42309R000012 a 9C2JC42309R101250

Ministro da Justiça rejeita mudanças na Lei Seca e comemora resultados

Segundo ele, governo não pensa em obrigar motoristas a usar o bafômetro.
Contudo, Tarso Genro fala em aumento do valor das multas.

O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse nesta quarta-feira (17), pouco antes de participar de seminário sobre anistia na Câmara dos Deputados, que o governo está satisfeito com os resultados da “Lei Seca”, que completa um ano no próximo dia 20. Ele descartou possíveis mudanças na legislação como criar um número mínimo de fiscalizações para cada região do país ou obrigar os motoristas a fazer o teste do bafômetro.

“A lei tem que ser compreendida como o início de uma grande mudança e não como a finalização. Essa mudança que a lei determina tem que ser acompanhada de uma fiscalização muito rígida que agora que está começando a ser feita e também precisa de uma mudança cultural. Então, a lei sinaliza um futuro. Agora, que já melhorou isso é absolutamente visível e os dados divulgados pelas cidades mostram isso”, avaliou.

O ministro também rejeitou mudanças na lei, como a obrigatoriedade do teste do bafômetro. “Isso [obrigar o teste do bafômetro] não é possível fazer. É tecnicamente impossível. Seria um ato fascista do Estado. Agora, a pessoa que se recusa a usar o bafômetro ela sofre uma sanção, ela pode ser multada. Por enquanto, não precisa de ajuste na lei. Se tiver algum ajuste é para tornar mais rigorosas as multas. Mas ainda não estamos pensando nisso”, explicou.

Tarso disse que a mudança provocada pela lei é mais visível nos estados que receberam os bafômetros logo após a sanção da lei e que alguns estados demoraram para adaptar seus regimes de fiscalização.

“[O resultado] é diferente de região pra região. Se pegar os estados que receberem os bafômetros assim que eles chegaram, ali a queda do número de mortes e acidentes é muito grande. No Rio de Janeiro, por exemplo, o número de mortes caiu 24%. Outros [estados] recém pegaram os bafômetros até porque não estavam preparados para utilizá-los”, disse.

Questionados sobre quais estados não haviam se equipado com os bafômetros, o ministro evitou nomeá-los, mas afirmou que agora todos estão equipados. “Eu prefiro não dizer quais. Eles não pegaram os bafômetros porque não estavam atentos e quando começaram a sair as notícias que os bafômetros estavam estocados os estados foram lá e buscaram”, revelou o Tarso.

O ministro disse que essa demora provocou um afrouxamento da fiscalização em todo país. “Houve um afrouxo e depois houve um arrocho na medida que os estados foram recolhendo os bafômetros para fazer a fiscalização. Isso aí diminuiu as mortes e aumentou o número de prisões em flagrante e também aumentou o número de autuações”, afirmou.

(G1)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Redução do IPI para carros divide governo e indústria

Governo ainda não decidiu por nova prorrogação do benefício.
Muitos consumidores aproveitam desconto antes do possível fim.

O fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) já virou novela. Os sinais sobre a prorrogação do IPI têm sido bastante contraditórios. Em uma semana a sensação é que a redução será mantida. Em outra, quando os números da economia melhoram, parece que o imposto volta mesmo no 1º dia de julho. A redução do IPI dos carros começou em dezembro do ano passado e já foi renovada uma vez.

(G1)

GM finaliza venda da Saab para Koenigsegg

Acordo entre montadoras foi assinado na manhã desta terça-feira

Após muitas negociações, a venda da Saab à montadora de supercarros Koenigsegg foi concretizada na manhã desta terça-feira, com a assinatura de um memorando que legitima a transação por ambas as partes. O acordo, que deve ser completado no início do terceiro trimestre, prevê um fundo de US$ 600 milhões (cerca de R$ 1,1 bilhão) do Banco de Investimento Europeu, que será garantido pelo governo sueco.

A GM, por sua vez, comprometeu-se a apoiar a Koenigsegg investindo na produção de novos veículos que já estão na fase final de produção e concedendo plataformas e motores para a Saab. A duração dessa ajuda não foi divulgada, mas as expectativas apontam entre cinco e seis anos.

Dentre os novos modelos a serem produzidos estão a nova geração do Saab 9-5, a ser fabricada em Trollhättan, na Suécia, e o crossover 9-4X, que devem manter as plataformas atuais. A grande pergunta é em relação à próxima geração do 9-3, cuja nova plataforma pode ser a Delta II da GM.

As diferenças estruturais entre Saab e Koenigsegg são gigantescas: enquanto a segunda possui 50 funcionários e fabricou apenas 18 carros no último ano, a primeira emprega 3 400 pessoas e comercializou cerca de 100 000 veículos em 2008.

Mikael Wickelgren, especialista do mercado automotivo da Universidade de Skovde, dá seu parecer sobre o assunto: “Não há economias de escala entre Saab e Koenigsegg. Isso envolve uma constelação de compradores que provavelmente têm interesses diferentes na GM. A lógica da operação será única e especial, caso contrário, não consigo entender esse acordo".


(Terra)

Chrysler retoma produção do Viper nos EUA


Segundo porta-voz da marca, atividades serão retomadas nesta semana


Citando o porta-voz da Chrysler, Max Gates, o Wall Street Journal informa que a fabricante, em concordata desde 30 de abril, retomará a produção de suas fábricas nos Estados Unidos iniciando pela unidade de Conner Avenue, em Michigan, onde é produzido o Dodge Viper SRT10 em suas versões de rua e competição.

A planta emprega 115 pessoas e é destinada somente à produção do modelo. Ainda de acordo com Gates, as demais unidades fabris da marca deverão voltar a funcionar em menos de uma semana. Apesar disso, a tradicional “parada de verão” naquele país, programada para ocorrer entre 13 e 20 de julho, deverá ser mantida.

A retomada na produção do Viper, no entanto, não significa que a Chrysler abandonou os planos de vender os direitos sobre o carro ou encerrar a linha de montagem do modelo até o fim deste ano.

(Terra)

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Fiat finaliza aliança global com a Chrysler

A nova companhia atuará com o nome de Chrysler Group LLC.
Modelos da Fiat serão vendidos pela montadora americana nos EUA.

A venda da montadora americana Chrysler para um grupo liderado pela Fiat foi finalizada por volta das 9h, horário de Brasília, desta quarta-feira (10).

O acordo foi fechado um dia após o aval da Suprema Corte dos Estados Unidos que rejeitou o pedido de três fundos de pensão do estado de Indiana e permitiu a venda da montadora americana.

A conclusão da operação resultou na criação de uma nova companhia, que atuará com o nome de Chrysler Group LLC e começa a operar imediatamente.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Lula se diz favorável a corte permanente do IPI para carros


Ele disse que Dilma, se eleita, não abandonará pilares do governo atual.
Presidente concedeu entrevista exclusiva à agência de notícias Reuters.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer uma política permanente de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a indústria automotiva até que a crise financeira internacional seja superada.

"A minha posição é de que nós precisamos transformar isso em uma política permanente até você ter sinais totais de que a crise está debelada", disse o presidente em entrevista exclusiva à Reuters nesta quarta-feira (10).

Ele afirmou ainda não ter conversado com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre o assunto, mas considera a medida um importante antídoto contra os efeitos da crise no Brasil.

Mantega verbalizou no início desta semana que não tinha nenhuma intenção de prorrogar pela segunda vez a redução do imposto. O alívio fiscal entrou em vigor em dezembro, com prazo inicial até março, quando foi estendido até o meio do ano.

Sobre os impactos da crise, Lula disse que seu governo está preparado para tomar medidas adicionais de estímulo à economia.

No âmbito político, afirmou que, se eleita, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do governo, deve manter os pilares macroeconômicos adotados desde sua posse, em 2003. "A seriedade da política econômica vai continuar."

Juros

No dia em que o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciará a nova Selic, Lula defendeu com vigor a autonomia do Banco Central na definição do juro básico da economia. "Não quero que número seja político", enfatizou.

Perto de terminar seu segundo mandato como um dos presidentes mais populares da história, Lula admitiu que deixará o governo com a frustração de não ter implementado uma lei que desburocratize a execução de obras de infraestrutura.

"Nós fizemos tanta exigência nos marcos regulatórios que hoje eu acho que deveria, logo no primeiro ano (de governo), se soubesse que era assim, ter feito um projeto de lei para facilitar as coisas."

A um ano e meio das eleições, o presidente revelou o desejo de deixar para o sucessor um "novo PAC" (Programa de Aceleração do Crescimento). "No ano que vem, eu pretendo apresentar o novo PAC", afirmou, prometendo deixar a herança com recursos previstos no Orçamento de 2011.

Comércio em real

Às vésperas de uma viagem internacional para encontrar os chefes de Estado de China, Índia e Rússia, os chamados Brics, Lula disse que tem interesse em implementar trocas comerciais em moeda local não só com essas mas com outras economias do mundo, em substituição ao dólar.

"O que queremos fazer com alguns parceiros comerciais, inclusive com o próprio Estados Unidos, é fazer com que a nossa moeda possa ser utilizada pelos nossos empresários. Ter que comprar dólar para pagar um produto que comprou dos Estados Unidos, eu quero pagar em real sem precisar comprar dólar", comentou.

Apesar da importância e da repercussão que o mero debate de uma alternativa ao dólar entre os emergentes gera, Lula afirmou: "Isso não é uma coisa que você faz um acordo e começa a funcionar no dia seguinte."

Sobre os Brics - conceito formulado no mercado financeiro para descrever as principais economias emergentes -, o presidente defendeu uma ação conjunta das quatro nações para reformar o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas e outros organismos multilaterais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI).

"Mudou a geografia do mundo", ressaltou. "Os países ricos não são mais os únicos que decidem a capacidade produtiva e de consumo do mundo."

(G1)

terça-feira, 9 de junho de 2009

Fiat mantém a proposta de compra da Chrysler


Negócio foi suspenso por decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos.
Pedido havia sido feito por fundos de pensão de Indiana.

A Fiat mantém a proposta de compra da Chrysler, apesar da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de congelar a venda da montadora americana, anunciou o grupo italiano.

"A Fiat está comprometida, inclusive depois de 15 junho", afirmou um porta-voz da empresa, ao comentar a data a partir da qual a montadora italiana pode se retirar do processo, caso o plano de venda não seja validado.

A Suprema Corte americana decidiu na segunda-feira (8) adiar por tempo indefinido a compra dos principais ativos da Chrysler, que pediu concordata no fim de abril, por um consórcio liderado pela Fiat, depois de uma apelação apresentada por fundos de pensão do estado de Indiana.

Para Massa, briga Fota x FIA é um pesadelo

Brasileiro da Ferrari ratifica apoio dos pilotos às equipes

O brasileiro Felipe Massa lamentou a guerra declarada entre a Associação das Equipes (Fota) e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) por causa da implantação de um teto orçamentário de 40 milhões de libras (cerca de R$ 130 milhões) na próxima temporada da Fórmula 1. Para o piloto da Ferrari, as equipes deveriam ter mais tempo para reduzir gradualmente os gastos.

- Nos como pilotos quereremos correr pelos melhores times do mundo e contra os melhores adversários. Se fizermos o que o senhor (Max) Mosley (presidente da FIA) quer, não teremos isso. Estaremos em outro nível, muito mais baixo. É por isso que estamos apoiando a Fota. Essa guerra é um pesadelo e queremos saber o que está acontecendo pois queremos dar nossas opiniões - falou Massa.

Oito das dez equipes da categoria, exceto Force India e Williams, fizeram suas inscrições para a próxima temporada de forma condicional, ou seja, só correrão se o teto não for implantado. Outras dez escuderias que não correm atualmente fizeram suas inscrições e a FIA divulgará as 13 participantes na próxima sexta-feira.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Venda de carros novos cai quase 25% em maio no Reino Unido

No total, 134.858 automóveis foram emplacados no país.
Segundo a SMMT, é o 12º mês consecutivo de retração.

A venda de carros novos caiu em maio 24,8% no Reino Unido, em comparação com o mesmo período do ano anterior. O dado foi divulgado, nesta quinta-feira (4), pela Sociedade de Comerciantes e Fabricantes Automobilísticos (SMMT, na sigla em inglês). No total, 134.858 automóveis foram emplacados no país em maio. Segundo a SMMT, trata-se do 12º mês consecutivo de queda das vendas.

Além disso, os emplacamentos caíram 27,9% durante os primeiros cinco meses de 2009, para 289.598 unidades, em comparação com o mesmo lance de 2008. "Embora a confiança dos consumidores melhore, a indústria automobilística do Reino Unido ainda enfrenta um clima econômico difícil", disse o diretor da SMMT, Paul Everitt.

A sociedade também assinalou que ainda é cedo para determinar os efeitos de uma iniciativa do governo para estimular o setor, com incentivo de 2.000 libras (2.300 euros) para quem vender um veículo com mais de dez anos de fabricação e comprar um novo.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

General Motors confirma venda da Hummer para grupo chinês


Negócio deve ser concluído até o fim do terceiro trimestre deste ano.
'Velha' GM segue em busca de interessados na Saturn, Saab e Pontiac.

A General Motors confirmou, nesta terça-feira (2), que o grupo chinês Sichuan Tengzhong Heavy Industrial Machinery é o comprador da marca Hummer. Os termos definitivos do acordo ainda são negociados.

Tengzhong "comprará os direitos da marca premium Hummer, junto com sua direção executiva e equipe operacional", destaca o comunicado. "Também assumirá os acordos de distribuição sobre a rede de concessionárias da Hummer".

Um dia após pedir concordata, a General Motors havia anunciado a assinatura de um protocolo de acordo com um comprador, não identificado, para vender sua marca Hummer até o final do terceiro trimestre.

A venda será submetida ao juiz de falências e às autoridades de regulação, e deve preservar mais de 3 mil empregos nos Estados Unidos, entre operários, engenheiros e funcionários de concessionárias, destaca a GM.

O acordo prevê que as fábricas da GM seguirão produzindo os veículos Hummer durante um período. Segundo o Wall Street Journal, a GM recebeu ofertas em torno de 5 bilhões de dólares pela Hummer.

A Hummer, que já foi fonte de lucro para o grupo, tornou-se um peso após o aumento dos preços dos combustíveis reduzir a demanda por seus veículos utilitários de alto consumo de gasolina.


Agora, a "velha" GM segue em busca de interessados na Saturn, Saab e Pontiac. A tentativa de livrar-se dessas marcas segue-se ao acordo de princípios fechado pela empresa no fim de semana para vender as unidades europeias Opel e Vauxhall para a fabricante de autopeças canadense Magna International.

A GM também informou que 16 partes já expressaram interesse na Saturn e que está em negociações com os possíveis compradores sobre a continuidade da linha de produtos da marca após a venda. Entre os interessados estão a gigante varejista do setor automotivo Penske Automotive Group e o grupo de private equity Black Oak Partners.

Lançada em 1984 com o objetivo de enfrentar a concorrência de estrangeiros, como a Toyota, a Saturn gerou bastante entusiasmo e gozou de reputação entre clientes de renda elevada, mas nunca apresentou a competitividade que a GM esperava.

A sueca Saab, por sua vez, informou que tem dinheiro suficiente para manter suas operações à tona por várias semanas, graças aos US$ 150 milhões que recebeu da GM em fevereiro. Até meados de maio, a marca sueca ainda possuía US$ 90 milhões desse empréstimo, e disse que não vai receber mais dinheiro da norte-americana concordatária.

"Teremos dinheiro suficiente para pagar salários e fornecedores e manter as operações até que saiamos do processo de reconstrução", disse a porta-voz Gunilla Gustavs. Ainda assim, o diretor financeiro da GM, Ray Young, disse a analistas que a empresa continua negociando a venda da marca com três partes interessadas. Ele acrescentou que o grupo deve dar prosseguimento também ao plano de separar-se da Pontiac. A marca sul-coreana GM Daewoo, porém, deve fazer parte da 'Nova GM' quando o grupo sair da concordata.

Fundada em 1908, a GM, que pediu concordata na segunda-feira (1º), fabrica carros e caminhões e emprega 235 mil pessoas em 34 países. No ano passado, o grupo vendeu 8,35 milhões de veículos em todo o mundo, sob as marcas Buick, Cadillac, Chevrolet, GMC, GM Daewoo, Holden, Hummer, Opel, Pontiac, Saab, Saturn, Vauxhall e Wuling. O maior mercado da montadora são os EUA, seguidos por China e Brasil.

Consumidor deve estar atento a efeitos da GM no Brasil, diz ProTeste

Entidade de defesa do consumidor pede atenção à reposição de peças.
Procon diz que situação ficaria difícil se GM parasse de produzir no país.

O consumidor brasileira deve ficar atento aos efeitos que a concordata da montadora norte-americana General Motors (GM) pode produzir no País, segundo a associação de defesa do consumidor ProTeste. "Temos de considerar que uma concordata não é uma falência total, mas isso mostra que a coisa não anda bem para o lado da empresa", diz a coordenadora institucional da entidade, Maria Inês Dolci.


Segundo ela, os consumidores devem monitorar a oferta de peças de reposição e a disponibilidade dos serviços de manutenção, atenção que deve ser redobrada por quem possui um veículo importado da companhia. "Enquanto houver manutenção e reposição, a situação está sob controle, mas fica preocupante a partir do momento em que o consumidor encontra dificuldades para ter essas demandas atendidas." A GM do Brasil informa que não importa carros nem peças dos Estados Unidos.