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segunda-feira, 23 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Mercedes CLK63 Black Series: o indomável
Cupê recebe preparação pesada que inclui mudanças no visual e motor de 639 cavalos
Fazer concessões é algo inevitável na vida. O que parece fantástico no papel muitas vezes passa por uma série de revisões que podem simplesmente macular o que havia sido uma grande ideia.
Tenho a impressão de que os executivos da Mercedes-Benz estavam todos de férias quando a série Black saiu da linha de montagem pela primeira vez. Era um carro tão diferente de tudo já feito que era difícil imaginar que houvesse saído da divisão AMG da Mercedes. O CLK63 série Black não entende o termo “concessões”. Você nota isso no momento em que o motor V8 6.2 litros ronca e todo seu corpo começa a vibrar. A sensação é quase erótica. Caso você um dia veja um série Black só em marcha lenta, dê uma olhada no motorista. É possível que ele (ou ela) esteja suando e trêmulo.
O Mercedes CLK63 série Black da Evosport foi um estudo de sobrecarga sensorial. Ele tem uma pureza que está se tornando muito rara nos dias de hoje. Um veículo de produção limitada da divisão AMG da Mercedes-Benz dos quais apenas 350 exemplares serão vendidos nos EUA, seu motor V8 6.2 produz 507 cavalos. Não há bancos traseiros disponíveis para que seja mantido o peso baixo característico de um verdadeiro esportivo. Esse é o Porsche 911GT3 da Mercedes-Benz, e ele é tão letal nas ruas quanto é nas pistas.
O Evosport CLK é rápido o suficiente para distorcer o espaço-tempo, com freios fortes o bastante para arrancar a vacina de pólio de seu corpo. E sua cabine é de primeira classe, uma bela mistura de luxo esportivo. O fato de não ter um banco traseiro não importa. Esse é um carro com o qual você quer estar a sós.
Mas o que realmente intriga os sentidos é a rapidez da mudança de comportado para diabólico. O gargarejo grave do escapamento instantaneamente irrompe em algo tão dinâmico que faz as pedras rolarem das paredes de um desfiladeiro. Se os deuses gregos tivessem uma divindade para potência, esse seria o som de sua voz.
Na configuração padrão, o CLK63 não é nenhum molenga. Munido de 507 cv e 64,8 kgmf de torque, ele é capaz de engolir 96 km/h em 4,1 segundos. O tempo do quarto de milha atinge 11 segundos com velocidade de 195 km/h. Considerada a propensão americana para corridas de arrancada nas ruas, você poderia achar que a Mercedes projetou esse carro com os estadunidenses em mente. (Auto News)
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sábado, 16 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Audi A7 investe em linhas esportivas e arsenal tecnológico
Concorrência da Mercedes inspirou o Sportback, que tem cara de cupê quatro portas
De olho na concorrência, a Audi resolveu vestir sua plataforma médio-grande com uma carroceria mais esportiva e atraente. Em sua apresentação no Salão de Paris de 2010, o A7 Sportback se mostrou uma alternativa para um segmento que não pode abrir mão de luxo e sofisticação, mas cujo desenho dos sedãs, como o A6, pode ser austero demais para certas garagens. Tanto que o A7 ostenta o design de um cupê de quatro portas, com a linha do teto formando um arco bem pronunciado, que praticamente elimina o terceiro volume do porta-malas. De quebra, o modelo antecipou a plataforma usada na nova geração do A6, mostrada oficialmente no Salão de Detroit de 2011.
As linhas do A7 são relativamente simples e têm traços muito semelhantes a outros carros da Audi – o A5 Sportback é praticamente uma versão do A7 em menor tamanho. Mas, apesar da comedida originalidade, o cupê quatro portas não deixa de ser elegante e imponente. O perfil mais esbelto realça a esportividade do carro e a suavidade dos contornos, enquanto as vistosas rodas de 19 polegadas ajudam a compor o visual. A Audi claramente se inspirou no conceito usado no Mercedes-Benz CLS, que em 2004 inaugurou o segmento dos cupês de quatro portas. Entretanto, a marca das argolas injetou no A7 todo seu arsenal tecnológico visto antes somente no A8, topo de linha da fabricante de Ingolstadt, em uma clara intenção de posicionar o modelo acima do Mercedes.
O A7 vem sempre equipado com a tradicional tração integral Quattro. E pode oferecer como opcional a suspensão a ar adaptativa com quatro modos de operação – Confort, Auto, Dynamic e Individual –, que permite explorar melhor as potencialidades do carro. O controle eletrônico de estabilidade não pode ser totalmente desligado, apenas o controle de tração – uma performance mais extrema, "nervosa" e menos permissiva deve estar reservada aos futuros S7 e RS7.
Os motores oferecidos trazem as últimas inovações da Audi. São dois propulsores a gasolina e dois a diesel. A versão de entrada é equipada com o 2.8 TFSI V6, que entrega 204 cv e 28,5 kgfm de torque entre 3.000 e 5.000 rpm. Há ainda outro V6 a gasolina, um 3.0 de saudáveis 300 cv. Segundo a Audi, 90% dos 44,8 kgfm de torque desta unidade estão disponíveis na faixa que vai das 2.900 até as 4.500 rpm. Os europeus também poderão optar por um V6 3.0 TDI a diesel que desenvolve 245 cv. Todos são equipados com o câmbio automatizado S-Tronic, de dupla embreagem e sete marchas.
Com isso, o A7 Sportback reúne a tecnologia que a Audi oferece em sua gama topo de linha, só que em um pacote mais esportivo e atraente. Os preços na Europa começam nos R$ 119.000 (52 mil euros) para as versões básicas, valor que pode aumentar consideravelmente com a adição de opcionais. Segundo a Audi, o A7 deve chegar ao Brasil em março deste ano apenas com o propulsor 3.0 TFSI V6 que rende 300 cv – mesmo motor usado no A6 lançado recentemente, só que com 10 cv a mais que o sedã. (R7/Web Motors)
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
VW Passat 2011: idade da plenitude
Na sétima geração, sedã médio-grande ganha em luxo, requinte e equipamentos
Até hoje ele marca presença na cabeça dos brasileiros quando o assunto é carro. Na dos europeus então, mais ainda. Enquanto do lado de lá do Atlântico o Volkswagen Passat é líder em vendas do segmento dos “carros para longas distâncias”, principalmente pela preferência dos frotistas, do lado de cá do oceano seu preço elevado, na faixa dos R$ 100.000, impediu que ele ocupasse posições mais elevadas no ranking de vendas.
A nova geração, a sétima na linhagem do sedã, teve sua concepção pautada pelo “amor aos detalhes”, segundo nos explicou Clemens Goenk, da área de marketing da Volkswagen na Alemanha. A exigência é simples: se o novo Jetta cresceu em tamanho e o Passat manteve as dimensões, coube ao último ganhar em requinte e sofisticação.
No total, 19 sistemas estreiam no modelo dentre equipamentos de segurança, conforto e comodidade. Como principais, destacam-se o Fatigue Detection (detecção de fadiga), Front Assist com City Emergency Braking, Traffic Sign Detection (leitura de placas de trânsito), Easy Open, Park Assist II, Light Assist e Side Assist. Bom, como apenas enumerar não é suficiente, vamos a uma explicação mais detalhada de cada um deles.
Show de equipamentos
O Fatigue detection é um dispositivo similar ao apresentado na geração mais recente do Mercedes-Benz Classe E (veja só o nível a que o Passat chegou). Sensores analisam e confrontam continuamente sinais como esterço do volante, uso dos pedais e aceleração transversal. Se esses dados indicarem um padrão de movimentos muito diferentes do que foi previamente registrado no início da viagem, um alerta visual é projetado no painel. Caso o motorista não faça uma pausa dentro de 15 minutos, um sinal sonoro é emitido. Segundo pesquisa utilizada pela VW, o motivo para isso é que 25% dos acidentes ocorridos em rodovias podem ser atribuídos ao cansaço do motorista, sobretudo em percursos longos.
Já o cruise control adaptativo, além de regular a distância do carro à frente de acordo com a velocidade programada, agrega a função Front Assist com City Emergency Braking, que é capaz de imobilizar o carro, trafegando até 25 km/h, se o veículo logo a frente para e o motorista não toma a ação correspondente. A situação é tipicamente de uso urbano, por isso o nome do recurso. A velocidade em questão foi escolhida porque “acima disso o condutor tende a estar mais atento”, explica Ingo Meinke, da área de desenvolvimento de chassis.
Já o interessante Easy Open é uma idéia simples, mas de grande utilidade. Se você estiver com as duas mãos ocupadas, basta se aproximar do porta-malas com a chave no bolso e passar o pé embaixo do para-choque traseiro para que a tampa se abra. A novidade, contudo, só vale para a carroceria três volumes. Outro recurso que vai ajudar em muito na convivência diária é o Park Assist II, uma evolução do presente no Tiguan aqui no Brasil. Agora o recurso pode estacionar o carro, no caso o Passat, em vagas a 90º, como as de um shopping ou supermercado, por exemplo.
Enquanto o Dynamic Light Assist permite trafegar com o farol alto selecionado sem incomodar o veículo no sentido contrário, o interessante Lane Assist chega até mesmo a efetuar pequenas correções no volante caso o veículo esteja saindo da faixa de rodagem. Como se tudo isso já não bastasse, dentre as várias configurações de acabamento interno, o novo Passat permite ao cliente optar entre alumínio ou madeira no console central, o qual herdou do Phaeton, modelo top de linha da Volkswagen, o relógio analógico. Pelo menos na Europa, é possível mesclar até carpete interno bege, com couro e alcântara em parte dos assentos e do revestimento da coluna A.
Para o Brasil, 2.0 turbo de 211 cv
No Brasil, a partir do segundo trimestre do próximo ano, o Passat desembarcará aqui nas opções sedã e station wagon Variant. Por aqui ele será oferecido com motor 2.0 TSI, com turbo e injeção direta, de 211 cv associado ao câmbio robotizado DSG de dupla embreagem e 6 marchas. Contudo, para um primeiro contato, a Carro Online teve a oportunidade de avaliar o sedã na versão 1.8 TSI com a mesma caixa, porém de 7 velocidades nos arredores da vila espanhola de Masquefa.
E, de primeira, ele impressionou. Mesmo com o 1.8 de 160 cv ele já demonstrou disposição semelhante ao Passat da sexta geração que era oferecido no Brasil a partir de R$ 99.900, o que só nos faz esperar uma perfomance ainda melhor do 2.0 agora com 211 cv, semelhante ao usado no Audi A4. Dinamicamente, o que ajudou muito o Passat foi a inclusão do sistema de chassi adaptativo, que permite regular a suspensão priorizando conforto ou esportividade. Enquanto o Passat VI permitia uma certa inclinação lateral demasiada da carroceria, o VII com o modo Sport ativado ficou muito agradável para ser conduzido de forma mais esportiva, aumentando, inclusive, a sensação de segurança.
Externamente o Passat manteve as dimensões e o bom espaço interno, adequado para quatro adultos, que só não é melhor devido ao elevado túnel no assoalho para acomodar o cardã nas versões com tração integral 4Motion. No que tange ao design, a mudança fica para a adoção da identidade global da marca na dianteira, que caiu bem ao modelo pela sobriedade do conjunto. Para os EUA, como já é sabido, o Passat deixará de atuar naquele mercado e dará lugar a um novo modelo com fabricação local. "O Passat acabava ficando muito caro na zona dólar com a valorização do euro perante a moeda norte-americana. Além disso, para rivalizar com Toyota Camry e Honda Accord nos EUA precisamos de uma carro maior que o Passat. Esse carro, contudo, será bem específico para aquele mercado", destacou Mario Guerreiro, chefe internacional de comunicação da VW.
Na Europa, além das duas opções mecânicas já citadas, serão oferecidas a EcoFuel e a MultiFuel, ambas baseadas no motor 1.4 TSI. A primeira roda com gás natural e tem como destaque o nível de emissões em 117g CO2/km, enquanto a segunda utiliza E85 (mistura de 85% etanol com 15% de gasolina) como combustível e será destinada a países onde seu uso é mais comum, como Suécia e Noruega. Em 2011, as boas vindas ao Passat, que já soma 37 anos de estrada, estarão garantidas no Brasil.(Carro Online)
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