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segunda-feira, 23 de maio de 2011
domingo, 6 de março de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
BMW ActiveE terá 1.000 modelos produzidos
Primeiro elétrico da marca estreou em 2009 e agora tem produção confirmada
Acompanhando o crescimento dos modelos elétricos e todas as tecnologias que os cercam, a BMW apresentará no Salão de Genebra a versão de produção do Série 1 elétrico, que será chamado de ActiveE. A Carro Online já havia divulgado informações sobre o modelo que estreou em Detroit em 2009 como conceito. Segundo informações, serão produzidas 1.000 unidades do carro para serem vendidas nos EUA, China e Europa. O ActiveE será o primeiro passo da marca para uma série de carros sustentáveis, tendo em vista o Megacity EV, modelo que será apresentado em 2013.
O motor totalmente elétrico produz 168 cv de potência e 25,5 kgfm de torque graças a 3 baterias recarregáveis de íon-lítio, que fornecem energia ao motor. Dessa forma, o ActiveE alcança 96 km/h em 9s0 e desenvolve uma velocidade máxima, limitada eletronicamente, de 145 km/h.
Para diminuir o consumo e aumentar a autonomia do carro, todas as vezes que o motorista retirar o pé do pedal do acelerador a energia cinética será recuperada e transmitida para todos os sistemas que necessitam de mais potência. Dessa forma, segundo a própria fabricante, a economia de energia e a autonomia do veículo podem aumentar 20%.
Ainda pensando nas melhorias e nos itens que devem ser usados para maior economia na hora do trânsito, a BMW desenvolveu um sistema chamado Gliding Mode (modo de deslizamento, em tradução livre), que permite que o carro se mova apenas por sua energia cinética, além do modo Eco Pro, que diminui o consumo de energia enquanto o ar-condicionado é usado.
Conforme informado, o ActiveE tem o mesmo espaço interno de um Série 1 normal, mas perde 200 litros no porta-malas. Ainda olhando para o interior, o BMW ganhou um revestimento especial de couro cinza, para choques diferenciados e um painel com aparelhos exclusivos.(Carro Online)
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
BMW exibe Série 6 conversível
Mais largo, baixo e longo, modelo recebe tecnologia e motor 4.4 V8 biturbo
A BMW exibiu nesta quinta-feira (18) no Salão de Los Angeles o Série 6 conversível 2012. O modelo 2+2 foi alongado em 7,4 cm, totalizando 4,89 m de comprimento, ficou 3,4 cm mais largo, com 1,89 m, tornou-se 0,9 cm mais baixo, com 1,36 m, e possui entre-eixos de 2,85 m. Apesar do aumento das dimensões, a marca alemã afirma que a novidade ficou 50% mais rígida em comparação ao seu antecessor.
Além do visual, as principais novidades do modelo incluem lanternas de neblina de led, faróis adaptativos, freios regenerativos, direção elétrica, além do opcional Active Roll Stabilization, que minimiza a movimentação da carroceria em mudanças de direção bruscas.
O teto do modelo pode ser recolhido em 19s e, nesta configuração, o porta-malas oferece espaço para 300 l de compartimento. Já com a capota montada, operação que necessita de 24s para ser realizada, a área de carga é expandida para 350 l.
Motorizações
Exposto na configuração 650i, o Série 6 conversível é equipado com motor 4.4 V8 biturbo, capaz de produzir 400 cavalos de potência entre 5.500 rpm e 6.400 rpm, e 62,2 kgfm de torque entre 1.750 rpm e 4.500 rpm. De acordo com a marca, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 5s0 e atinge a velocidade máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente. O consumo médio anunciado é de 9,3 km/l e a emissão de CO2 é de 249 g/km.
Conforme a marca alemã informa, a novidade também será comercializada, posteriormente, com motor 3.0 6 cilindros em linha biturbo e injeção direta de combustível. Este bloco, de acordo com a BMW, é capaz de produzir 320 cv e 45,9 kgfm de força, enquanto realiza consumo médio de 12,6 km/l e emite 185 g/CO2 por km. A aceleração aos 100 km/h é realizada em 5s7. Nenhuma informação é divulgada sobre o preço do conversível. Confira suas fotos acima.(Carro Online)
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Supercarro nacional terá versões cupê e conversível
Vorax terá estrutura de alumínio, motor BMW de 570 cavalos e custará R$ 700 mil
O Vorax, primeiro superesportivo brasileiro, será apresentado no Salão do Automóvel, em São Paulo, entre os dias 27 de outubro e 7 de novembro, pela fabricante Rossin-Bertin em duas versões: conversível e cupê. O modelo estará exposto no estande da importadora Platinuss. O preço sugerido do carro é de R$ 700 mil. A criação do Vorax é fruto da parceria entre Fharys Rossin, ex-projetista da GM, e Natalino Bertin Junior, do grupo Bertin, que criaram a nova marca brasileira Rossin-Bertin.
O Vorax vem equipado com motor BMW V10 de 570 cavalos, câmbio seqüencial de sete marchas e tração traseira. Tal configuração dá boa dose de fôlego ao modelo, com velocidade máxima de 330 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos, conforme a fabricante. A carroceria do Vorax é composta de fibra de carbono e a estrutura, de alumínio. O supercarro tem 4,72 metros de comprimento e peso estimado de 1.300 kg.(Auto Esporte)
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
BMW anuncia o fim da produção do M6
Desde 2005, quando o carro foi lançado, foram vendidas 14.152 unidades.
Marca alemã não fala em um novo produto para substituir o modelo.
A BMW anunciou o fim da produção do M6 – tanto a versão cupê quanto a conversível. Desde o início da sua fabricação, em 2005, foram vendidas 14.152 unidades do modelo. Por enquanto, a BMW não fala em um novo produto para substituir o M6.
Com a saída do modelo e da quarta geração do BMW M5, a fabricante alemã encerra a produção dos motores 5.0 V10 de 507 cavalos de potência.(Auto Esporte)
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
X6 M: brinquedo para poucos e bons
Quer um esportivo puro-sangue, mas adora o estilo dos jipões? Então conheça esse BMW!
O mundo muda, as necessidades também. As mulheres estão cada vez mais independentes, os casamentos já não duram tanto como na época dos nossos avós, apartamentos de um dormitório registram procura recorde e, dessa forma, todos têm que se adaptar. Desde a indústria alimentícia, com porções congeladas de alimentos para uma pessoa, até o setor automotivo, haja visto os últimos conceitos de automóveis para um ou dois ocupantes.
Com isso, nos anos 2000 vimos o surgimento dos crossovers, automóveis que mesclam características de segmentos diferentes com o objetivo de atender qualidades inéditas que um veículo deve ter no século XXI. Nesse mundo novo de possibilidades, uma proposta que a BMW resolveu investir é a dos SAC, ou Sports Activity Coupé, com o lançamento do X6 em janeiro de 2008 no Salão de Detroit.
Seu “cupê para atividades esportivas”, mostrou-se bem acertado e, tanto no exterior como no Brasil, vem contabilizando bons números de venda. A grande surpresa veio ano passado, quando, em conjunto com o X5, a BMW lançou a opção preparada pela Motorsport, adicionando um ingrediente muito interessante à fórmula: desempenho de superesportivo.
Seu motor V8 de 4395 cm³ auxiliado por dois turbocompressores entrega bem dispostos 555 cv a 6.000 rpm e 69,3 kgfm de torque disponíveis em um intervalo impressionante que vai de 1.500 a 5.650 rpm. É força de sobra para quem procura uma dirigibilidade agressiva. Em nosso teste ele impôs respeito. Muito respeito. Com o controle de largada acionado ele registrou aceleração de 0 a 100 km/h em 4s5, 0s1 mais rápido que o primo X5 M que você conferiu na Carro Online. Com esses números, ambos só perdem para o Audi RS6 (4s4) na lista dos carros mais rápidos já testados por nós.
Nas retomadas então, outro show desse alemão de sangue tão quente quanto a cor vermelha da unidade avaliada. As provas de 40 a 100 km/h, 60 a 120 km/h e 80 a 120 km/h foram rapidamente vencidas em 3s5, 4s0 e 3s0, respectivamente. Obviamente que de nada adiantaria o X6 M ser um devorador de asfalto se o seu ímpeto por velocidade não pudesse ser controlado.
Essa missão cabe a generosos discos de freios ventilados de 395 mm x 36 mm com pinça de quatro pistões na dianteira e 385 mm x 24 mm com pinça de pistão único na traseira. Sua eficiência mereceria nota 11 em nossa prova de fadiga, na qual realizamos dez frenagens consecutivas com 200 kg de lastro no porta-malas com o carro vindo a 100 km/h. A diferença, mesmo considerando os resultados intermediários, foi de apenas 2,9 m, um feito elogiável e digno dos automóveis mais primorosos.
Claro que brincar com o X6 M tem um custo e, nesse caso, ele se chama consumo de combustível. O SAC registrou média de 6,05 km/l, com parciais de 4,3 km/l na cidade e 7,8 na estrada. Portanto, quem quer ter um desses deve preparar o bolso para manter o tanque de 85 litros sempre abastecido (ah! e com gasolina Podium, afinal você não vai dar qualquer coisa para ele, certo?).
O que acrescenta muito em termos de dirigibilidade tanto ao X5 M quanto ao X6 M é a tração integral, primeiro da casa Motorsport com o sistema. Existem os que preferem o prazer de domar um veículo potente com as rodas motrizes só na traseira, mas é inegável que a força repartida entre os dois eixos permite explorar muito mais o modelo nas curvas, além de acrescentar pontos no quesito segurança ativa.
Em relação ao X6 convencional, o M é 10 mm mais baixo e sua suspensão a ar possui recurso autonivelante, uma grande ajuda para equilibrar os 2.380 kg do jipão (se é que a gente pode chamar ele assim) em uma manobra mais ousada. Mas o que dá mais graça nesse modelo é um pequeno botão no volante que deveria ser banhado a ouro, o “M Power”.
Por meio dele você pode configurar os melhores acertos de motor e suspensão, dentre outros, a seu gosto ou programá-lo simplesmente para liberar a faceta mais parruda do X6 M. Caso essa seja sua escolha, o propulsor fica liberado para atingir a potência máxima (até o ronco que sai do escape fica mais encorpado) e a suspensão lhe entregará o máximo comprometimento em termos de perfomance. Resumindo: vira um brinquedão para poucos e bons no valor de R$ 471.000.
Bom, você já deve estar cansado de saber, quando se trata de um BMW top de linha nem é preciso mencionar todo o requinte e luxo a bordo. Apenas citando os destaques, na cabine do X6 M você encontrará sistema de som HiFi com 12 alto falantes que totalizam 230 W de potência, acabamento M com detalhes em alumínio, ajustes automáticos para todas as posições dos assentos dianteiros incluindo encosto de cabeça e ar-condicionado automático digital de duas zonas na dianteira.
Um detalhe, que parece mais uma prova de carinho, é que quando a partida é acionada as abas laterais do banco do motorista (reguláveis) se inflam para segurar o tronco do motorista e passageiro no meio do encosto. Acredite, se você que galopar com os 555 cv é bom não recusar essa ajuda!(Carro Online)
quarta-feira, 5 de maio de 2010
BMW M3

Mal trouxe a público o Série 1 sem capota e a BMW já está lançando o M3 Convertible. Após renovar a versão cupê de seu médio compacto, que é uma referência no mercado de carros luxo (senão "a" referência), e reviver o sedã M3, a marca alemã agora disponibiliza também este conversível de teto rígido rebatível eletrohidraulicamente, a exemplo do conversível da Série 3. Mas essa não é a única novidade da nova versão.
Com ela chega ao mercado também a nova transmissão M Double Clutch Transmission (M DCT) de sete velocidades, uma opção ao câmbio manual de seis. Manual automatizada, ela conta com embreagem dupla e alavanca de trocas junto ao volante, tem seis configurações de operação manual e cinco em automático.
Se o primeiro M3, de 1988, produzia 200 cv com seu motor de quatro cilindros, este entrega 420 cv a 8300 rpm com seu V8 de 4.0 litros e 40,8 mkgf a 3900 rpm. Ele pesa 15 kg a menos que o seis-cilindros da geração anterior, um total de 101 kg. O carro vai de 0 a 100 km/h em 5,1 segundos (5,3 segundos com câmbio manual) e não passa, eletronicamente, de 250 km/h.
Entre os inevitáveis recursos eletrônicos do conversível está o regenerador de energia de frenagens, que alimenta a bateria do carro com essa força. O sistema MDrive comanda por meio de um botão funções personalizadas como controle eletrônico de amortecimento, controle de tração e regulagens de aceleração e de direção, além do sistema de navegação.O couro dos bancos é confeccionado em uma tecnologia que não os deixa esquentar em excesso.
(Quatro Rodas)





sexta-feira, 16 de abril de 2010
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