diHITT - Notícias Auto Sauer: Estados Unidos
Mostrando postagens com marcador Estados Unidos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estados Unidos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

VW mostra mais esboços de novo sedã



Modelo será revelado no início de 2011

A Volkswagen divulgou novos esboços do NMS (sigla para Novo Sedã Médio, em inglês). O modelo, que foi flagrado por várias vezes durante testes no deserto norte-americano, será apresentado no Salão de Detroit de 2011.

Segundo o site World Car Fans, o sedã deve ser vendido nos Estados Unidos por um valor inicial de 20 mil dólares. A VW espera vender 100 mil unidades do carro por ano. O NMS será construído na mesma fábrica que produzirá o Jetta vendido nos EUA, situada em Chattanooga, Tennessee.

Os esboços mostram que o NMS será muito parecido com o Jetta e o novo Passat, recém-apresentado no Salão de Paris. Especula-se que, nos EUA, o modelo substituirá justamente o Passat.(Revista Quatro Rodas)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Com novo fôlego pós-crise, GM e Ford retomam disputa nos EUA

Fabricantes norte-americanas voltam a registrar alta nas vendas.
Vendas no país devem se aproximar do volume chinês, diz consultor.

Nas ruas das cidades Detroit e Dearborn - onde estão as matrizes da General Motors e da Ford, respectivamente- ainda é possível observar os danos causados da crise econômica nos Estados Unidos: lojas com promoções sem data para terminar, alto preço da gasolina, estacionamentos de shoppings vazios e muitas casas mal conservadas. Mas nada que tire o sorriso de concessionários e executivos de montadoras, que apostam na recuperação das vendas de veículos já neste ano. Com o novo fôlego da indústria local, uma velha disputa de mercado volta à tona: a “briga” entre Ford e GM.

A General Motors fechou os oito meses deste ano com 1.462.308 automóveis e comerciais leves vendidos, o que lhe garantiu a liderança das vendas nos EUA. O volume foi 6% superior ao registrado no mesmo período de 2009, durante a crise. Encostada, a Ford somou 1.308.887 unidades vendidas no país, ficando em segundo lugar. O crescimento é de 17% sobre os resultados de janeiro a agosto de 2009.  O mercado total somou 7.662.850 unidades de automóveis e comerciais leves comercializadas.

A tendência é de mais alta, de acordo com especialistas, mesmo com o fim de incentivos do governo para renovação de frota. Como vantagens em relação a concorrentes como a japonesa Toyota, a terceira em vendas nos EUA, as duas companhias têm ao lado o sentimento nacionalista do consumidor norte-americano e o aprendizado deixado pelas próprias dívidas que, aliás, superaram de forma rápida.

“GM e Ford saíram rapidamente de todo o processo de dívida. Elas caminham com as próprias pernas agora. A primeira previsão era a de que a GM levaria de três a quatro anos para sair da crise, e não ocorreu isso”, afirma o diretor superintendente da Jato Dynamics Brasil, Luiz Carlos Augusto.

Essa rapidez só foi possível devido à força do mercado norte-americano. De acordo com dados do anuário da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, somente o mercado de veículos dos Estados Unidos somou 10,6 milhões de unidades vendidas em 2009, no ápice da crise. Desse total, 5,45 milhões foram automóveis. Já o mercado brasileiro fechou o ano com 3,14 milhões de veículos vendidos.
Para este ano, a previsão de consultorias como a Jato Dynamics é de que o país chegue bem perto da China, que encerrou 2009 com 13,62 milhões de unidades licenciadas. Para 2011, a expectativa é de que passe e retome o primeiro lugar.

Assim, vantagem no mercado norte-americano também significa volume para chegar à liderança global. Na disputa entre as marcas, a japonesa Toyota encabeça o ranking mundial de vendas de automóveis no primeiro semestre, de acordo com levantamento da Jato Dynamics. Já a Ford está na segunda colocação, seguida da Volkswagen (10,73%) e da Chevrolet (da GM).

No entanto, a consultoria já aposta para o fim do ano que a Chevrolet atinja o segundo lugar e passe a Ford e a Volkswagen . A Ford deve ficar na terceira colocação, de acordo com a avaliação de Luiz Carlos Augusto.

Ford aposta em motores e design
“Enquanto íamos de carro ao Congresso [dos Estados Unidos], no meio do caminho, Allan Mullaly disse: ‘marquem uma reunião para amanhã. Não vamos aceitar esse dinheiro’”. Assim lembra o diretor mundial de vendas da Ford, Jim Farley, do dia em que CEO da empresa optou por não aceitar a ajuda financeira do governo norte-americano, em 2009. Eles foram de carro para a reunião, porque o Congresso havia criticado o uso de jatinhos pelos executivos das montadoras que beiravam a falência – Ford, GM e Chrysler.

Diante da postura dos congressistas, Mullaly marcou a reunião que mudou a história da companhia e a reergueu de uma profunda crise sem ajuda governamental e, muito menos, de bancos. Assim, a Ford passou a investir fortemente na qualidade dos produtos e no conceito “One Ford”, que busca plataformas globais que permitem a produção de veículos semelhantes em diversos mercados, tudo para reduzir custos.

De acordo com Farley, outros dois aspectos importantes para a companhia foram investir na divulgação dos motores Ecoboost, com menor consumo, e no design dos produtos – seja externo ou interno. “Design é o que mais vai pesar em um projeto daqui para a frente. E é um grande desafio, porque é difícil encontrar um designer com uma ideia inovadora. Normalmente, eles fazem uma grande criação e o resto apenas é derivado desta nova ideia”, ressalta o executivo.

Em julho, o modelo mais vendido nos Estados Unidos pela companhia foi o Ford F-Series. Entre os 30 carros mais comprados no país ficaram também o Fusion (9º), Escape (10º), Focus (13º), Edge (25º) e Econoline (26º).

GM faz aposta maior em carro híbrido
A General Motors também investiu em motores, especialmente para a marca Chevrolet. A diferença entre as duas foram as ações de marketing, de acordo com o diretor superintendente da Jato Dynamics Brasil. “As duas, na verdade, melhoraram os motores que já tinham. A diferença é que a Ford investiu em um marketing muito bem feito. Tiro o chapéu para eles”, diz o consultor.

Enquanto isso, a GM correu atrás de fidelizar seus clientes por meio de diversas ações na rede de concessionárias e colocar a Chevrolet em destaque com o lançamento do modelo Volt, definido como um híbrido invertido, por ter como motor principal o elétrico em vez do motor a combustão. “Há 20 anos era bonito falar da questão ambiental, agora é fundamental “, destaca Augusto.

De acordo com a atual presidente da GM do Brasil, Denise Johnson, o foco da companhia em todo o mundo é a qualidade dos produtos. Antes de chegar ao Brasil, a engenheira já havia ocupado a vice-presidência para relações Trabalhistas da GM América do Norte e a diretoria da linha de veículos no segmento de compactos.

“Nossas principais apostas para a América do Norte são o Buick Regal, o Chevrolet Volt, o Chevrolet Cruze e o Cadillac CTS Coupe”, afirma. Em julho, o Chevrolet Silverado foi o segundo modelo mais vendido no país. Na lista dos 30 mais também estão os Chevrolet Malibu (8º), Impala (15º), Cobalt (17º) e Equinox (19º). (Auto Esporte)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Fittipaldi festeja 40 anos de 1ª vitória com 7º filho e neto correndo nos EUA

Emerson Fittipaldi foi responsável por abrir as portas do automobilismo ao Brasil, há 40 anos. No próximo mês de outubro, ele comemora a sua primeira vitória na Fórmula 1, feito até então inédito e conquistado no GP dos Estados Unidos, em Watkins Glen, enquanto festeja a vinda de mais um filho, seu sétimo, e o crescimento do neto Pietro como piloto.

O ex-piloto de 63 anos é casado com Rossana, com quem tem um filho, e recebeu a notícia de que mais um rebento está a caminho. “É uma benção, a gente se renova”, disse ele em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo. Emerson tem cinco filhos já adultos e uma criança, seu xará de três anos, já com Rossana.
Enquanto isso, a velocidade corre no sangue de outro Fittipaldi, o neto Pietro, mais um que leva à frente a tradição de acelerar nas pistas. O garoto de 14 anos já acelera nos Estados Unidos.

“Ele compete há sete anos e está passando por tudo que um piloto precisa passar. Já ganhou e perdeu muitas corridas. É emocionante ver aquele ‘toquinho’ acelerando um carro de 500 cavalos”, afirmou ele. O neto sonha correr na Nascar.

Emerson comemora ainda a volta à Fórmula 1, no cargo de comissário. A FIA nesta temporada resolveu convidar estrelas do passado para participar da parte técnica dos GPs, incluindo Alain Prost e Damon Hill, por exemplo. Sobre a diferença fundamental entre sua época e a atual, ele pontua a segurança dos carros.

“Eu estive há pouco em Watkins Glen e comecei a lembrar dos detalhes da maioria das corridas de que participei. As maiores diferenças estão na segurança. Entre 1970 e 1974, morreram em média três pilotos por ano. Era um absurdo. Hoje os equipamento de segurança melhoraram, tanto que o último acidente fatal na F-1 foi o do Ayrton (Senna), em 1994”, analisou. “Os carros ficaram mais sólidos com o uso da fibra de carbono.”

Emerson elogiou Rubens Barrichello e Felipe Massa, dizendo que não falta talento para o país voltar a ser campeão do mundo. “O Felipe por muito pouco não foi campeão em 2008. O Rubinho teve carro e também poderia ter conquistado o Mundial. Eles são grandes talentos. O piloto brasileiro hoje é respeitado no mundo todo, como o jogador de futebol. Para vencer um campeonato, piloto e carro precisam ser constantes durante toda a temporada”, explicou o ex-piloto.(Estado de São Paulo)

terça-feira, 7 de setembro de 2010

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

General Motors entrega documentação para volta à bolsa

Montadora havia deixado o mercado de ações em 2009, na crise.
Venda de papéis poderá começar em novembro próximo.

A General Motors entregou nesta quarta-feira (18) à comissão de valores dos Estados Unidos (SEC) a documentação necessária para voltar a ser cotada na bolsa de Nova York no final do ano. A medida era esperada desde a semana passada, quando a montadora também anunciou a saída do presidente Ed Whitacre, que será substituído em setembro por um dos conselheiros, Dan Akerson.

Não foi divulgado o número de ações que serão ofertadas ao público, nem o preço. A empresa também pretende ofertar ações no Canadá.

A GM abandonou os mercados quando declarou falência em junho de 2009 e passou seu conjunto de ações às mãos das autoridades dos Estados Unidos, Canadá, do sindicato United Auto Workers (UAW) e antigos credores.

O Departamento do Tesouro dos EUA injetou aproximadamente US$ 50 bilhões na GM durante a quebra, por isso controla atualmente 61% das ações.

Segundo o "The Wall Street Journal", o Tesouro também deve oferecer, em um primeiro momento, US$ 10 bilhões em ações da GM, e deve se desprender do resto do conjunto de ações em lances durante os próximos meses. O objetivo da oferta pública de ações é que a montadora se torne, novamente, uma empresa privada.

Venda pode começar em novembro
 
Na semana passada, o periódico "The Detroit News" afirmou que a GM poderia começar a vender as ações em novembro. No primeiro semestre do ano, a montadora faturou quase US$ 2,2 bilhões. Na última quinta-feira (12), anunciou que seus lucros no segundo trimestre somaram US$ 1,33 bilhão.

Em outro passo da retomada, o novo presidente assumirá o posto de executivo-chefe em 1º de setembro, e, no final do ano, ficará no cargo de presidente do conselho de administração. Akerson é um antigo executivo do mundo das telecomunicações e também ex-diretor da firma de investimentos Grupo Carlyle.(Auto Esporte)

 

sábado, 7 de agosto de 2010

Ford americana contrata e diminui terceirização

Invertendo a tendência de terceirização de processos de produção que há anos vem sendo seguida pela indústria automobilística em todo o mundo, a Ford americana está voltando a realizar em suas fábricas trabalhos anteriormente feitos por fornecedores externos.

A empresa anunciou a contratação de 635 funcionários adicionais em nove fábricas até 2012. O número soma-se aos 1.559 postos de empregados horistas previstos num acordo da Ford com a United Auto Workers, sindicato dos empregados na indústria automotiva americana, entre 2007 e 2011.

O anúncio abrirá oportunidade de retorno para empregados “encostados” durante a última crise financeira americana, bem como para a contratação de novos funcionários, com salários menores. A empresa afirma, também, que o número de vagas poderá ser ainda maior, dependendo da evolução de suas vendas.

Entre os trabalhos que eram terceirizados e passarão a ser feitos internamente estão a produção de peças estampadas para carrocerias, montagem de bancos de baterias para carros híbridos e montagem de conjuntos de tetos solares. (Auto Estrada)