diHITT - Notícias Auto Sauer: Chevrolet
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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Captiva 2011 tem mudanças nos motores

Motor V6 agora é 3.0 e propulsor 2.4 ganhou 14 cv de potência

A linha 2011 do Chevrolet Captiva ganhou novo motor V6 para a versão Sport e nova calibração no propulsor 2.4 da Ecotec, que recebe agora o câmbio de 6 marchas (antes a Ecotec contava com automático de 4 marchas). O utilitário já está à venda no País em algumas concessionárias da marca. A General Motors do Brasil deve estender a comercialização do Captiva 2011 para todo o Brasil até o fim de fevereiro.

O novo motor V6 é 3.0, no entanto, sua potência é maior que o antecessor 3.6. São 268 cavalos a 6.950 rpm contra 261 cv a 6.500 rpm do motor 3.6 aposentado. O torque já não seguiu o mesmo caminho e caiu de 32,9 kgfm para 30 kgfm no motor 3.0. O motor de quatro cilindros em linha de 2.4 16 válvulas do Captiva Ecotec recebeu uma nova calibração para gerar 185 cavalos (antes eram 171 cv) e torque de 23,3 kgfm a 4.900 rpm (antes eram 23,3 kgfm a 5.100 rpm).

A versão Ecotec do Captiva conta agora com o câmbio automático de 6 marchas. Desta maneira, o automático de 4 marchas sai de cena. Segundo informações da GM, a linha Captiva 2011 também recebeu melhoras no acabamento da cabine, que ficou “mais requintada”. Entre as mudanças, a versão V6 AWD (com tração integral) trará itens como freio de estacionamento elétrico e tecidos escuros no interior (antes a decoração era clara), além do painel do tipo "ice blue".

Os preços do Captiva 2011 são: R$ 90.299 pelo Ecotec; R$ 96.774 pelo V6 com tração dianteira e R$ 100.774 pelo Captiva topo de linha com tração integral.(Carro Online)

 

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Divisão esportiva da GM já tem catálogo 2011

Publicação exibe mais de 300 peças e motores de alta performance para o Camaro

A divisão esportiva do Grupo General Motors chamada General Motors Performance Parts (GMPP) divulgou seu catálogo 2011 com mais de 300 itens de alto desempenho e aprimoramentos visuais para o Camaro. Entre as maiores alterações disponíveis para o muscle-car está a opção de equipá-lo com o motor LS9 do Corvette ZR1, ajustado para produzir nada menos que 700 cavalos de potência.

Para aqueles que desejam correr em pistas de dragster com o modelo, a GMPP também oferece diversas opções, como o LSX454R, bloco 7.5 V8 aspirado capaz de produzir 720 cavalos de potência e 99,5 kgfm de torque. Embora o valor desde componente não seja divulgado, por US$ 9.385 (R$ 16.000 sem taxas de importação e impostos brasileiros), o proprietário do veículo pode obter a versão “amansada” para ruas deste bloco, chamada de LSX454 e com 620 cv e 82,9 kgfm de torque.

A nova lista também contempla câmbios diversos, suspensões, rodas, componentes eletroeletrônicos e peças avulsas para motores. Entre os itens de alta performance, o catálogo também informa quais as melhores combinações entre as peças para os que desejam alterar seus veículos com componentes originais da marca. A GMPP disponibiliza seu website www.gmperformanceparts.com para maiores informações. (Carro Online)

 

sábado, 4 de setembro de 2010

Chevrolet antecipa Cruze hatch

Carro de exibição será apresentado ao público em outubro no Salão de Paris

O bem sucedido segmento de hatchbacks médios na Europa em breve terá um novo representante. Conforme divulgado pela GM nesta sexta-feira (3), a opção dois volumes do Cruze será apresentada no Salão de Paris, que recebe o público entre 2 e 17 de outubro deste ano. No entanto, ainda de acordo com a fabricante, o veículo destinado à mostra francesa é um “carro de exibição”. A versão definitiva ainda não tem lançamento confirmado.

A transformação de sedã para hatch rendeu ao Cruze uma silhueta lateral que lembra a de carros do mesmo nicho como o Ford Focus e Subaru Impreza. Já as lanternas do novo carro têm design semelhante ao de seu irmão maior na nova geração, o Astra. A GM, porém, ainda economiza informações sobre o carro. Em comunicado, a empresa afirma apenas que o modelo terá capacidade de carga para até 400 litros de bancos traseiros rebatíveis.

Ainda desconhecido no Brasil, apesar de seu sucesso no exterior, o Cruze poderá em breve desembarcar em terras tupiniquins. Mas ao chegar por aqui, segundo a Revista Carro, o veículo muda de nome e se transforma na nova geração da linha Vectra. A substituição, obedecendo ao plano de renovação total do portfolio da GM, deve acontecer até 2012.  (Carro Online)


quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Chevrolet confirma versão, cores e rodas do Camaro para o Brasil

Depois de anunciar o motor V8 6.2 litros com mais de 400 cv, a Chevrolet já definiu a versão do Camaro que vai importar para o mercado brasileiro e apresentar no Salão do Automóvel, que acontece de 27 de outubro a 7 de novembro.

Trata-se da versão 2SS, a topo de linha e recheada de equipamentos. Um dos mais chamativos são as rodas de alumínio de 20 polegadas - de tala 8'' na dianteira e 9'' na traseira --, que deixam à mostra os enormes discos de freios (com 35,5 cm de diâmetro e 3,2 cm de espessura na dianteira e 36,5 cm de diâmetro e 2,8 de espessura na traseira) e as pinças Brembo. Calçando as rodas estão os pneus de medida 245/45 ZR20 na dianteira e 275/40 ZR 20 na traseira.

O Chevrolet Camaro estará inicialmente disponível no Brasil em cinco diferentes cores. Vermelho, Amarelo, Branco, Preto e Prata.

Vídeos e wallpapers

Enquanto o Camaro não desembarca no Brasil, os fãs da marca podem continuar a receber as novidades do esportivo através do twitter (www.twitter.com/camarooficial) e do hotsite (www.chevroletcamaro.com.br). A partir desta semana, a Chevrolet vai disponibilizar no hotsite, wallpapers com fotos do carro e também vídeos sobre o Camaro.

Oshawa, produzindo desde os anos 1950

A fábrica da GM em Oshawa, no Canadá, foi inaugurada em meados da década de 50 e produziu mais de 25 diferentes modelos da General Motors, para o mercado americano e canadense. Dentre eles, veículos como o Chevrolet Monte Carlo, o Bel Air e a quarta geração do Malibu. Hoje, além do Camaro, a fábrica de Oshawa produz o Chevrolet Impala e está sendo preparada para produzir, em meados de 2011, o Buick Regal.

Com uma área de 10 milhões de metros quadrados, a fábrica de Oshawa, que fica localizada no estado de Ontário, no Canadá, é o quartel da General Motors em terras canadenses e emprega cerca de 5400 funcionários horistas e 400 mensalistas.

A General Motors, um dos maiores fabricantes de veículos do mundo, tem origem em 1908. Com sede global em Detroit, a GM emprega 217.000 pessoas nas principais regiões do mundo e tem operações em 140 países. A GM, com seus parceiros estratégicos, produz veículos em 34 países, vendendo e proporcionando serviços para estes veículos através das seguintes marcas: Buick, Cadillac, Chevrolet, FAW, GMC, GM Daewoo, Holden, Opel, Vauxhall e Wuling. O maior mercado da GM é o dos Estados Unidos, seguido de China, Brasil, Alemanha, Reino Unido, Canadá e Itália. 

No Brasil a GM fabrica e comercializa veículos com a marca Chevrolet há 85 anos. Em 2009 a Chevrolet registrou recorde histórico de vendas no país com o volume de 595.536 veículos. A companhia tem três Complexos Industriais que produzem veículos em São Caetano do Sul, São José dos Campos (SP) e Gravataí (RS). Conta ainda com unidades em Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados), Sorocaba (Centro Distribuidor de Peças) e Indaiatuba (Campo de Provas), todas em SP, além de um moderno Centro Tecnológico de Engenharia e Design, em São Caetano do Sul, com capacidade para desenvolvimento completo de novos veículos. A subsidiária brasileira é um dos cinco centros mundiais na criação e desenvolvimento de veículos, nos campos da engenharia, design e manufatura.

Mais informações podem ser encontradas nos sites http://media.gm.com e www.gmnoticias.com.br

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Chevrolet perto de completar um século de existência

Em 1911, surgia a Chevrolet. Fruto da paixão pelos automóveis e da determinação do jovem piloto suíço Louis-Joseph Chevrolet. Nascido em La Chaux-de-Fonds, na Suíça no Natal de 1878, ele foi o co-fundador da marca – que se chamava Chevrolet Motor Car Company of Michigan – ao lado do empresário William C. Durant. Juntos criaram e construíram uma das mais conhecidas marcas de automóveis no mundo, a Chevrolet. No início, o logotipo que estampava o Chevrolet 490, um modelo com motor de 4 cilindros e 20 cv, sucesso de vendas nos EUA, era apenas o nome da marca levemente estilizado.

Três anos mais tarde, em 1914, Louis Chevrolet criaria um dos símbolos mais conhecidos dentro da indústria automobilística mundial: a gravata Chevrolet. A história é imprecisa quanto à fonte inspiradora de Chevrolet. Alguns acreditam que o logo surgiu a partir de um papel de parede de um hotel em Paris. Outros – incluindo sua mulher – afirmam que o logo nasceu inspirado em uma figura impressa em suplemento de um jornal dominical.

“A Chevrolet e sua conhecida gravata evoluíram com o passar dos anos, mas sempre mantiveram a imagem de tecnologia e modernidade”, afirma Jaime Ardila, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul.

Hoje, a gravata da Chevrolet é dourada, imponente, e estampa a grade frontal de todos os veículos da marca produzidos a partir de 2003. Mas nem sempre foi assim: o símbolo da Chevrolet já foi azul, vermelho e até preto.

José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil acrescenta: “Os emblemas dos automóveis são mais do que simples símbolos de identificação das marcas. Na Chevrolet, a gravata borboleta traz diversos aspectos da sua história embutidos, capazes de aguçar a curiosidade dos apaixonados por carros. Ela é a identificação do modelo e já faz parte do “DNA” da Chevrolet”, salienta o executivo.

Classic Six: o pioneiro a utilizar a gravata

O primeiro modelo a estampar a gravata Chevrolet foi o Classic Six, em 1914. Quatro anos mais tarde, a marca seria incorporada a General Motors. O mesmo logo presente no Classic Six estampou os modelos da Chevrolet até meados 1930. Ele tinha o fundo azul, com bordas brancas e levava o nome da marca escrito no interior.

Durante os anos 30 até os anos 70, o azul permanecia como a principal cor da gravata. As variações de logo se davam pelas gravatas inseridas dentro de escudos elaborados, como no memorável Chevrolet Bel Air.

Nessa época, surgiram as primeiras variações da gravata, como utilizações em dourado ou em vermelho e azul, mas isto tornou-se mais comum na década dos anos 1970.

Dos anos 1970 aos anos 2000, a Chevrolet usou uma série de cores e tipos de gravata para, estrategicamente, classificar suas famílias de veículos, da seguinte forma:

    * Azul sólido – para carros de passageiro (exceto Cavalier, cuja a logomarca era vazada com a borda azul).
    * Ouro sólido, contrastando com a borda preta – para caminhões, picapes e utilitários esportivos.
    * Borda vermelha – para veículos de alto desempenho

Vermelho: sinônimo de velocidade

Em 1986, um símbolo na cor vermelha apareceu no capô dianteiro do Fórmula Indy V8, equipado com motor da General Motors. Esses bólidos foram destaque nas temporadas da categoria norte-americana nos anos 1980.

Graças à categoria da Fórmula Indy o vermelho transformou-se em símbolo de desempenho e velocidade. Sendo assim, foi a tonalidade predominante nas logomarcas dos carros de alta performance da Chevrolet, tais como o Camaro.

Esse símbolo ficou tão arraigado à marca que a campanha publicitária da época usava o slogan “Vista a Gravata Borboleta Vermelha” (Beware The Red Bow Tie), como se o automóvel com aquela marca também pudesse fazer parte do “vestuário” do consumidor, como uma forma de identificação da personalidade dele.

Duas gerações da gravata dourada

A partir de 2002, a General Motors decidiu padronizar a gravata borboleta, tanto na forma, quanto na cor e textura. Ela se tornou peça fundamental do “DNA” global da Chevrolet. Sua primeira aparição veio na picape SSR, de 2003. No Brasil, o SSR foi exibido no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em 2004.

A primeira geração da gravata dourada já seguia o padrão de “efeito jóia”, uma aparência de maior brilho à logomarca, que remete à imagem de valor, qualidade e robustez a toda uma família de veículos.

A segunda geração da gravata, lançada recentemente, mostrou uma nova evolução. A superfície ganhou textura mais acetinada e as bordas cromadas ficaram mais largas, a fim de reforçar ainda mais logomarca. E que agora está presente em toda e qualquer comunicação que envolva a marca, como este press release, por exemplo.

O piloto que virou marca de automóveis

Durante sua infância, Louis Chevrolet passou o tempo nas aldeias de Bonfol e Beurnevésin, que estavam perto da fronteira francesa. Em 1886, a família de Chevrolet saiu da Suíça para viver em Beaune, na região de Côte-d’Or, onde o jovem Louis, filho de um fabricante de relógios suíços, interessou-se por mecânica.

Como adolescente, chegou a ser guia de uma adega local. Certa vez, impaciente com a decantação lenta do vinho de barril a barril, inventou uma bomba que acelerava o processo – a engenhoca chegou a ser usada extensivamente na Borgonha, famosa região produtora de vinhos da França, durante décadas. Ele também construiu e vendeu a sua própria bicicleta chamada de Frontenac. Esse nome seria mais tarde utilizado para seus carros de corrida.

O primeiro contato com mecânica foi entre 1895 a 1899, na Roblin Mecânica, especializada no reparo de bicicletas e carruagens, onde aprendeu os fundamentos da arte da mecânica.

Louis Chevrolet viveu em Paris durante algum tempo, até migrar para Montreal, no Canadá, em 1900. Sua relação com o automóvel começou a aumentar quando se mudou, aos 21 anos, para Nova York (EUA) onde conseguiu seu primeiro emprego na indústria automobilística. Ali, teve seu primeiro contato com o automobilismo, inicialmente na equipe de mecânicos e, mais tarde, como piloto. Sua estréia nas pistas de Nova York foi maio de 1905, conduzindo um modelo de 90 cv de potência, que atingia a velocidade de 109 km/h.

O interesse de Louis Chevrolet pelos automóveis o aproximou do empresário norte-americano William C. Durant (1861-1947), um próspero comerciante de carruagens que como administrador da Buick, fundara a General Motors Company, em Hudson, Nova Jersey (1908).

Em 1917, Chevrolet vendeu sua parte na companhia para o sócio. No ano seguinte, a empresa passou para a GM, então administrada por Durant. Apesar de sua genialidade mecânica, Louis não era um homem de negócios.

Longe da fábrica, Louis Chevrolet passou, então, a se dedicar exclusivamente aos carros de corrida. No ano seguinte, ele e seu irmão Gaston criam a Frontenac Motor Corporation, para projetar e produzir sua própria linha de carros de corrida.

O melhor resultado de Louis em Indianápolis foi um sétimo lugar em 1919. Naquela corrida ele largou em segundo, liderou boa parte da prova, mas teve problemas. Em 1920, Gaston venceu as 500 milhas de Indianápolis em um carro construído por Louis.

Louis Chevrolet morreu em 6 de junho de 1941 em Detroit e foi enterrado no Holy Cross and Saint Joseph Cemetery, em Indianápolis. Em sua homenagem, um busto foi colocado na entrada do museu do Indianápolis Motor Speedway.

A General Motors, um dos maiores fabricantes de veículos do mundo, tem origem em 1908. Com sede global em Detroit, a GM emprega 205.000 pessoas nas principais regiões do mundo e tem operações em 140 países. A GM, com seus parceiros estratégicos, produz veículos em 34 países, vendendo e proporcionando serviços para estes veículos através das seguintes marcas: Buick, Cadillac, Chevrolet, FAW, GMC, GM Daewoo, Holden, Opel, Vauxhall e Wuling. O maior mercado da GM é o dos Estados Unidos, seguido de China, Brasil, Alemanha, Reino Unido, Canadá e Itália.

No Brasil a GM fabrica e comercializa veículos com a marca Chevrolet há 85 anos. Em 2009 a Chevrolet registrou recorde histórico de vendas no país com o volume de 595.536 veículos. A companhia tem três Complexos Industriais que produzem veículos em São Caetano do Sul, São José dos Campos (SP) e Gravataí (RS). Conta ainda com unidades em Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados), Sorocaba (Centro Distribuidor de Peças) e Indaiatuba (Campo de Provas), todas em SP, além de um moderno Centro Tecnológico de Engenharia e Design, em São Caetano do Sul, com capacidade para desenvolvimento completo de novos veículos. A subsidiária brasileira é um dos cinco centros mundiais na criação e desenvolvimento de veículos, nos campos da engenharia, design e manufatura.

Mais informações podem ser encontradas nos sites www.media.gm.com e www.gmnoticias.com.br

Jornalista responsável: Luís Otávio Pires


terça-feira, 11 de maio de 2010

Chevrolet Malibu chega ao Brasil em junho, diz GM

Modelo virá apenas na versão LTZ, equipada com motor Ecotec 2.4.
No país, o sedã ficará posicionado entre o Vectra e o Omega.

A General Motors do Brasil confirmou nesta segunda-feira (10) que venderá o Chevrolet Malibu no Brasil a partir da segunda quinzena de junho. O modelo, que já roda em testes de adaptação no país, virá apenas na versão LTZ, equipada com motor Ecotec 2,4 litros de quatro cilindros e câmbio automático/sequencial de seis velocidades, com a opção de trocas de marchas por meio de comandos no volante.

O modelo tem linhas inspiradas em outro ícone da marca, o Corvette. Na traseira, os dois círculos que compõem as lanternas – a posição e o espaçamento – seguiram o mesmo layout já aplicado em gerações passadas do superesportivo.

Os detalhes cromados da carroceria, como maçanetas, os frisos que acompanham a soleira das portas e a ponteira de escape dão elegância ao sedã. O sedã também é equipado com rodas de alumínio aro 18, com pneus 225/50 R18.

No Brasil, o Chevrolet Malibu ficará posicionado entre o Vectra e o Omega, vindo para brigar com modelos com Volkswagen Jetta e Ford Fusion.

A apresentação oficial do modelo para a imprensa acontecerá entre os dias 16 e 19 de maio. (Auto Esporte)



quarta-feira, 21 de abril de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

segunda-feira, 12 de abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

Março contabiliza recorde de vendas

Mês registrou alta de 59,6% em relação a fevereiro deste ano

Nunca se vendeu tantos carros durante um mês de março. Neste ano, o período somou 337.381 automóveis de passeio e veículos comerciais leves vendidos, número 59,6% superior ao total vendido em fevereiro, quando 211.375 unidades foram emplacadas. No acumulado, o montante do primeiro trimestre já chega a 750.500 emplacamentos, volume 16,8% maior do que o registrado nos primeiros três meses de 2009. Os dados são da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

O volume recorde anotado em março tem uma justificativa. O mês em questão foi o último com a taxa do IPI reduzida, a qual passou de 3% para 5% no caso de automóveis com motorização até 1.0 flex e de 7,5% para 11% nos carros com motores entre 1.0 e 2.0 bicombustíveis ou movidos somente a etanol. A medida, aplicada em dezembro de 2008, teve como objetivo combater os efeitos da crise econômica global no setor. No entanto, a Fenabrave projeta que as marcas devem manter promoções a fim de continuar com as vendas elevadas até o final do ano.

No ranking das montadoras, a liderança segue com a Fiat. Em março, a marca baseada em Betim (MG) vendeu 73.618 unidades entre carros de passeio e veículos comerciais leves, detendo 21,8% no setor. Na segunda colocação, mais uma mudança de posição. A GM, que liderou em janeiro, voltou a superar a VW com 20,5% de participação (70.031 emplacamentos) contra 20,5% (69.471 unidades) da marca alemã. A Ford, por outro lado, continua na quarta posição, com uma fatia de 10,7% (36.313) do mercado.

Apesar da liderança da Fiat no acumulado, o modelo mais vendido em março foi novamente o Volkswagen Gol, com 29.343 emplacamentos. Na segunda posição, porém, uma surpresa. O Chevrolet Celta ultrapassou os FIat Palio e Uno no ranking com 19.944 unidades, ante as 18.365 e 16.013 exemplares, respectivamente, dos modelos da marca italiana. O quinto posto ficou com o Fox/CrossFox, que somou 15.075 licenciamentos no período. 
(Carro Online)

sábado, 3 de abril de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010